sexta-feira, 5 de julho de 2013

Eu, semente do outro

Plante seu jardim
Sinta o aroma das flores
Permita-se ao prazer do toque da brisa suave
Esvazie-se de si mesmo
Deixe que as mascaras partam
Que o ego diminua
Aprenda a pedi
Solicite-se,
Você não se basta
Não se envaideça
Quem és tu? Se não pó
Sejais então chão fecundo
Que minhas sementes em ti floresça

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Posso ser mais

Não julgue a capa
permita-se adentrar em sua história
conhecer os seus limites
saborear suas palavras
encontra-se em seus desfechos
não queira respostas
mergulhe no universo intrigante das perguntas
e ainda que pueril
regue o jardim.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O amor não morre



e mesmo sem acreditar no amor, eu sigo amando

porque a gente não pede para amar, mas para ser amado

mas na ânsia de ser amado, a gente acaba amando

e se esse sentimento que é chamado de amor, morrer

não foi amor, porque o amor não morre


multiplica-se...



quinta-feira, 7 de março de 2013

Ganhar dinheiro ou mudar o mundo

 A primeira vez que tomei conhecimento da citação de Aristóteles que diz: "Onde meus talentos e paixões encontram as necessidades do mundo lá está o meu caminho, o meu lugar". Me identifiquei, me encontrei. Pois não desejo ser apenas mais uma no mundo, mais uma administradora, mais uma empreendedora, não, isso para mim não serve. Eu desejo ajudar na construção de um mundo melhor, mais humano e mais social. Eu quero em um futuro bem próximo, acordar e ir dormir na certeza que eu contribuir para o desenvolvimento de outras pessoas, principalmente dos jovens. Eu quero no exercício de minha profissão ganhar dinheiro mudando o mundo.

Frágil


Que me desculpe a humanidade, mas eu também sou humana. Carrego o direito (não o dever) de errar. E assim como todos espero que o mundo sempre conspire ao meu favor, mas é preciso enxergar que todo ser humano carrega suas limitações, não somos perfeitos ainda que tenhamos, ou não, tal pretensão. Não se perca e deleite-se em meus erros, me encontre nos andes. 

(28.02.13)
Se meu passado não foi de glórias, meu futuro será brilhante. Pouco me importa os erros que na vida eu cometi, estes são as certezas que carrego de que nunca estive parada. Pelo contrário, é a convicção que com a vida eu não brinquei, não deixei acontecer simplesmente, mas saboreie cada momento. Não me contentei com os frutos estragados, busquei os doces. Lágrimas muitas vezes rolaram em meu rosto, me fertilizaram. Sou como qualquer ser vivo, nasci e tô crescendo ainda que as poucos. Faço dos acontecimentos meu alicerce, e dos sorrisos e abraços meu adubo. E se me perguntarem se estou bem? , se sou feliz? sempre responderei ainda que no silêncio, com a dor e quiça as lágrimas não tenho motivos que me reserve a infelicidade.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Desencontros

Existe duas pessoas em mim, estranho né. As vezes elas entram em consenso e vivem bem, parece que a vida flui. Já em outros momentos nos desencontramos, parte de mim está bem, confiante, quer seguir, por outro lado me canso, me entrego, quero mudar de rumo, mas não consigo ajeitar as velas, não consigo compreender a posição dos ventos. Quando assim estou sou chamada a silenciar, a refletir para não deixar-se ser conduzida por qualquer vento, pois existe ventos contrários soprando em mim. O confronto dos ventos por vezes geram em mim tempestades, nelas me sinto insegura, sozinha, querendo tomar o leme...Mas no silêncio interior me reencontro no assobio do vento que sabe pra onde vai. É preciso calma, porque só anda sobre águas quem permanece firme na fé.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sou como ostra

A mentira me incomoda e muito, gosto muito da verdade pura, das pessoas sinceras. Mas dizem que a verdade dói, concordo as vezes a verdade feri. Acredito que isto acontece porque o ser humano nunca está pronto, como diz Pe. Fábio estamos em processo de construção, estamos em processo de vir a ser o que não somos.
Reconhecer-se imaturo é uma virtude, mas ninguém aceita ser chamado de infantil, porém carrego a certeza de que, é nos momentos que me reconheço pequena, frágil, imatura e que deixo a verdade me ferir, que cresço, desabrocho. O difícil é conviver com os outros que não se permitem ser feridos, porque preferem viver com suas verdades. Assim eu me questiono, estaria eu sendo falsa quando por respeito escondo minhas verdades para não ferir aos que desejam permanecer intactos?
Sou como uma ostra que para dá pérola precisa ser ferida. Posso até chorar a dor de ser ferida, mas são essas lágrimas que adubam meu crescimento. Durante um tempo carreguei no peito a certeza de ser uma pessoa madura, engano meu. Sofri a dor de ser ferida, de ser rasgada e acrebantei meu coração, e ali cresci, como eu cresci, ali eu iniciei meu processo de amadurecimento. Passei a enxergar nos meus erros e nos dos outros as oportunidades de fazer e ser diferente, pois como uma ostra eu desejo ser pérola.

Porque escrevo

Escrevo porque não sei falar ou as pessoas não sabem me entender. Também não quer dizer que tudo que escrevo dá pra se entender, então porque insistir? Ah, escrevo para me libertar, no meu interior tem um rio e como todos os rios as vezes transbordo, precisando desembocar em algum lugar...As palavras que não pronuncio me sufocam, então preciso externa-las de alguma forma. Sendo assim, me encontro nos versos e nos reversos, nos textos e nos desfechos. Há quem entenda ainda que superficialmente, outros hão de  discordar , que seja, não escrevo com tal finalidade. Mas acredito que de certa forma alguns só tem medo de concordar (é incômodo)...

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Nem sempre sou boa com as palavras, não gosto muito da cor rosa, as vezes falo alto e brigo; Nem por isso deixo de ser garota. Tenho amigos homens; gosto de assistir o baba e resenhar depois. Mas isso não me torna menos mulher! Ao contrario a feminilidade da mulher esta no seu olhar, na sua força apesar de ser considerada o sexo frágil, no seu jeito de sorrir e de amar quem a rodeia ,enfim... esta na sua essência e não em um esteriótipo de mulher perfeita. (Adaptado)