Existe duas pessoas em mim, estranho né. As vezes elas entram em consenso e vivem bem, parece que a vida flui. Já em outros momentos nos desencontramos, parte de mim está bem, confiante, quer seguir, por outro lado me canso, me entrego, quero mudar de rumo, mas não consigo ajeitar as velas, não consigo compreender a posição dos ventos. Quando assim estou sou chamada a silenciar, a refletir para não deixar-se ser conduzida por qualquer vento, pois existe ventos contrários soprando em mim. O confronto dos ventos por vezes geram em mim tempestades, nelas me sinto insegura, sozinha, querendo tomar o leme...Mas no silêncio interior me reencontro no assobio do vento que sabe pra onde vai. É preciso calma, porque só anda sobre águas quem permanece firme na fé.
Dizem que palavras o vento leva, discordo. Palavras ficam, marcam, revelam. Me encontro nelas e nelas me perco...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Sou como ostra
A mentira me incomoda e muito, gosto muito da verdade pura, das pessoas sinceras. Mas dizem que a verdade dói, concordo as vezes a verdade feri. Acredito que isto acontece porque o ser humano nunca está pronto, como diz Pe. Fábio estamos em processo de construção, estamos em processo de vir a ser o que não somos.
Reconhecer-se imaturo é uma virtude, mas ninguém aceita ser chamado de infantil, porém carrego a certeza de que, é nos momentos que me reconheço pequena, frágil, imatura e que deixo a verdade me ferir, que cresço, desabrocho. O difícil é conviver com os outros que não se permitem ser feridos, porque preferem viver com suas verdades. Assim eu me questiono, estaria eu sendo falsa quando por respeito escondo minhas verdades para não ferir aos que desejam permanecer intactos?
Sou como uma ostra que para dá pérola precisa ser ferida. Posso até chorar a dor de ser ferida, mas são essas lágrimas que adubam meu crescimento. Durante um tempo carreguei no peito a certeza de ser uma pessoa madura, engano meu. Sofri a dor de ser ferida, de ser rasgada e acrebantei meu coração, e ali cresci, como eu cresci, ali eu iniciei meu processo de amadurecimento. Passei a enxergar nos meus erros e nos dos outros as oportunidades de fazer e ser diferente, pois como uma ostra eu desejo ser pérola.
Reconhecer-se imaturo é uma virtude, mas ninguém aceita ser chamado de infantil, porém carrego a certeza de que, é nos momentos que me reconheço pequena, frágil, imatura e que deixo a verdade me ferir, que cresço, desabrocho. O difícil é conviver com os outros que não se permitem ser feridos, porque preferem viver com suas verdades. Assim eu me questiono, estaria eu sendo falsa quando por respeito escondo minhas verdades para não ferir aos que desejam permanecer intactos?
Sou como uma ostra que para dá pérola precisa ser ferida. Posso até chorar a dor de ser ferida, mas são essas lágrimas que adubam meu crescimento. Durante um tempo carreguei no peito a certeza de ser uma pessoa madura, engano meu. Sofri a dor de ser ferida, de ser rasgada e acrebantei meu coração, e ali cresci, como eu cresci, ali eu iniciei meu processo de amadurecimento. Passei a enxergar nos meus erros e nos dos outros as oportunidades de fazer e ser diferente, pois como uma ostra eu desejo ser pérola.
Porque escrevo
Escrevo porque não sei falar ou as pessoas não sabem me entender. Também não quer dizer que tudo que escrevo dá pra se entender, então porque insistir? Ah, escrevo para me libertar, no meu interior tem um rio e como todos os rios as vezes transbordo, precisando desembocar em algum lugar...As palavras que não pronuncio me sufocam, então preciso externa-las de alguma forma. Sendo assim, me encontro nos versos e nos reversos, nos textos e nos desfechos. Há quem entenda ainda que superficialmente, outros hão de discordar , que seja, não escrevo com tal finalidade. Mas acredito que de certa forma alguns só tem medo de concordar (é incômodo)...
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Nem sempre sou boa com as palavras, não gosto muito da cor rosa, as vezes falo alto e brigo; Nem por isso deixo de ser garota. Tenho amigos homens; gosto de assistir o baba e resenhar depois. Mas isso não me torna menos mulher! Ao contrario a feminilidade da mulher esta no seu olhar, na sua força apesar de ser considerada o sexo frágil, no seu jeito de sorrir e de amar quem a rodeia ,enfim... esta na sua essência e não em um esteriótipo de mulher perfeita. (Adaptado)
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